Cister (II)

Perguntava, a si próprio, se alguma vez teria coragem de sair com uma pessoa assim vestida, quando foi surpreendido por uma voz melodiosa mas com personalidade:

- Desculpe. Tem lume?

Foi assim que estabeleceram contacto. Jorge acendeu-lhe o cigarro. E viu, então, que ambos tinham comprado o mesmo jornal e que estavam abertos na mesma página.


(c) Dulce Dias - Um café em Paris

PS: Prometi à Sílvia publogar um pouco mais do conto, já que ela ficou "desconsolada" por ele acabar tão abruptamente...

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