Olhem que delícia de blog!!!! Mar Portuguez Acho que nunca, mas NUNCA mesmo, eu tinha lido um blog do princípio ao fim. Com este, foi isso que fiz! Leitura super-recomendada! Ao autor, Afonso, os meus Parabéns por um blog tão bom.
Mensagens
Lenda árabe
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Diz uma lenda árabe que dois amigos viajavam pelo deserto e num determinado ponto da viagem, discutiram e um deu uma bofetada no outro. O outro, ofendido, sem nada poder fazer, escreveu na areia: "Hoje o meu melhor amigo deu-me uma bofetada na cara". Seguiram adiante e chegaram a um oásis onde resolveram tomar banho. O que havia sido esbofeteado e magoado começou a afogar-se, sendo salvo pelo amigo. Ao recuperar-se, pegou um canivete e escreveu numa pedra: "Hoje o meu melhor amigo salvou-me a vida". Intrigado, o amigo perguntou: - Porque é que, depois que te magoei, escreveste na areia, e agora, escreves na pedra?" Sorrindo, o outro amigo respondeu: "Quando um grande amigo nos ofende, devemos escrever onde o vento do esquecimento e o perdão se encarreguem de passar e apagar a lembrança. Por outro lado, quando nos acontece algo de grandioso, devemos gravar isso na pedra da memória e no coração, onde vento nenhum em todo o mundo possa passar."
Discordo
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Chegou a primeira resposta ao meu texto sobre O acesso à profissão de jornalistas . Com a devida autorização do autor, passo a pu blog á-lo: Discordo ...talvez por ser licenciado em Sociologia - embora tenha feito uma dissertação sobre a imprensa espcializada e o professor Paquete de Oliveira tenha lamentado o facto de ter sido o jornalista e não o sociologo a escrever a mini-tese em questão. Dulce, li o teu desabafo sobre o jeitinho para escrever. Compreendo o teu ponto de vista e concordo com o facto que o domínio de técnicas jornalísticas é essencial para a realização de um bom trabalho. Contudo não chega. Não basta saber escrever ou ter uma excelente colocação de voz para transmitir correctamente uma mensagem informativa clara. Da mesma forma que um licenciado em comunicação social se pode tornar um bom jornalista de economia porque teve de estudar os conceitos e a linguagem económica, um licenciado em economia pode aprender as técnicas jornalísticas para transmitir a sua mensagem....
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O Iraque na primeira pessoa do singular
Acabei de descobrir um blog supostamente mantido por um iraquiano, que escreve sobre o dia-a-dia em Bagdade, na primeira pessoa.
Segundo a Wired , "nos últimos seis meses, o criador do site, que usa o pseudônimo Salam Pax [um pseudônimo formado pelos equivalentes árabe e latim da palavra "paz"] vem fazendo uma crônica da situação política do Iraque pelo ponto de vista de um iraquiano comum, cobrindo as eleições presidenciais, os efeitos das resoluções da ONU referentes ao país, a chegada dos inspetores de armas e o sentimento de que sua cidade natal pode ser bombardeada a qualquer momento. Para muitos, o site deu um rosto humano à guerra.".
Ainda estou a descobri-lo, eu também, mas deixo aqui o link: Where is Read?
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Novos links
Olá amigos,
No meio da guerra tive um tempinho para actualizar um pouco o Esquissos, tão esquecido que anda...
Ontem, pu blog uei um texto sobre jornalismo - que, repito, está aberto à discussão -, hoje acrescentei alguns links que há muito deveria ter colocado online. Confiram ali, na margem esquerda.
Boa leitura.
Sobre o acesso à profissão de jornalista
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Infelizmente, em Portugal, qualquer pessoa decide estudar qualquer coisa de que gosta e depois desembarca no jornalismo, ignorando ou fazendo por ignorar, que o jornalismo, a comunicação e afins são áreas específicas, com técnicas próprias, e que o tempo do "jeitinho" para escrever já lá vai. Infelizmente, há muita gente que ainda não percebeu que não é obrigatoriamente por perceber muito de Relações Internacionais que esse alguém se torna num bom jornalista na área internacional. A profissão de jornalista está, em Portugal, ao abandono. Sabem porque é que o sector não consegue receber todos os jornalistas formados? Porque está saturado com profissionais vindos de outras áreas, porque alguns editores e directores também defendem que para escrever sobre economia é melhor um economista do que um jornalista. É claro que não pretendo, com isto, dizer que todos os jornalistas (de formação) são excelentes em todas as áreas. Nem pouco mais ou menos. No entanto, penso que é mais fáci...
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Convite de uma amiga para outros amigos...
Conheço Maria de São Pedro de alguns emails que trocámos. Como tantas outras pessoas na net, nem sempre sabemos qual foi o primeiro email, o primeiro momento em que nos conhecemos...
Agora, Maria de São Pedro vai lançar um livro e enviou-me um convite. Dada a distãncia que separa Lyon de Lisboa, não vou poder assistir, mas deixo aqui os Parabéns à autora e passo o convite para outros amigos e amigas...
Aqui fica, pois, o convite e a sinopse que me enviou:
SENHORES DO MEDO , da autoria de Maria de São Pedro
"A realizar no próximo dia 27 de Março (quinta-feira), pelas 18.30
Na Livraria Barata (Av. Roma, 11 - A - Lisboa)
Exposição de pintura da mesma autora.
Em SENHORES DO MEDO, encontramos a dimensão do crime da violência doméstica, hoje crime público... Este livro reflecte, com grande respeito, o contacto com as vítimas de crime, a sua atenta audição e a sensibilidade de quem sabe, com rigor, descrever e dar v...
Lenda Judaica
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Deus convidou um rabino para conhecer o céu e o inferno. Ao abrirem a porta do inferno, viram uma sala em cujo centro havia um caldeirão onde se cozinhava uma suculenta sopa. Em volta dela, estavam sentadas pessoas famintas e desesperadas. Cada uma delas segurava uma colher de cabo tão comprido que lhe permitia alcançar o caldeirão, mas não suas próprias bocas. O sofrimento era imenso. Em seguida, Deus levou o rabino para conhecer o céu. Entraram em uma sala idêntica à primeira, havia o mesmo caldeirão, as pessoas em volta, as colheres de cabo comprido. A diferença é que todos estavam saciados. - Eu não compreendo - disse o rabino -, por que aqui as pessoas estão felizes, enquanto na outra sala morrem de aflição, se é tudo igual? Deus sorriu e respondeu: - Você não percebeu? É porque aqui eles aprenderam a dar comida uns aos outros... Se a lenda é judaica ou não, não sei. Mas recebi por email e resolvi partilhar convosco, pela beleza da mensagem.
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A vida Tenho tanto sentimento
Que é frequente
persuadir-me
De que sou sentimental,
Mas reconheço, ao
medir-me,
Que tudo isso é
pensamento,
Que não senti afinal.
Temos, todos que vivemos,
Uma vida que é vivida
E outra que é pensada,
E a única vida que temos
É essa que é dividida
Entre a verdadeira e a
errada.
Qual porém é a verdadeira
E qual errada, ninguém
Nos sabe explicar;
E vivemos de maneira
Que a vida que a gente
tem
É a que tem que pensar.
Fernando Pessoa
Como um amigo me desejou, assim vos desejos também: Que 2003 seja ano de vida verdadeira .